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Fatos Principais

  • A coach executiva Loren Greiff aconselha trabalhadores com mais de 40 anos a priorizar cultura, compensação e desafio (os '3 C's') em sua busca por emprego.
  • Greiff argumenta que trabalhadores mais velhos são avaliados através de uma lente de custo, urgência e risco, ao contrário de trabalhadores mais jovens contratados por potencial.
  • Liderar com paixão pode fazer com que empregadores percebam candidatos mais velhos como 'desfocados', 'caros' ou 'sobrequalificados', levando a buscas estagnadas.
  • Candidatos são aconselhados a identificar uma 'vantagem injusta' na resolução de problemas urgentes e caros para empregadores em potencial.

Resumo Rápido

A coach executiva de carreira Loren Greiff alerta que trabalhadores com mais de 40 anos correm o risco de ficar desempregados por longo prazo se focarem apenas em encontrar paixão em sua busca por emprego. Greiff aconselha os clientes a priorizar os '3 C's' — cultura, compensação e desafio — para evitar serem percebidos como 'desfocados' ou 'sobrequalificados.'

Ela argumenta que trabalhadores mais velhos são avaliados através de uma lente de custo e risco, ao contrário de trabalhadores mais jovens contratados por potencial. Para ter sucesso, os candidatos devem mudar sua narrativa de objetivos pessoais para resolver problemas urgentes e caros para empregadores em potencial. Ao articular uma 'vantagem injusta' específica na resolução desses problemas, buscadores de emprego mais velhos podem transformar sua experiência de um passivo em um ativo de alto valor.

O Risco de Focar na Paixão

A coach executiva de carreira Loren Greiff identifica uma armadilha crítica para profissionais experientes: a crença de que eles 'conquistaram o direito' de seguir sua paixão. Greiff argumenta que, embora essa mentalidade seja bem-intencionada, ela frequentemente leva a um período seco de carreira que se transforma em desemprego de longo prazo. O maior risco para buscadores de emprego mais velhos não é a rejeição direta, mas o silêncio dos gerentes de contratação que deixa os candidatos em suspense.

Greiff observa esse padrão frequentemente em seu trabalho com executivos com mais de 40 anos. Ela nota que, enquanto trabalhadores mais jovens são frequentemente contratados por seu potencial, executivos mais velhos enfrentam um padrão diferente de avaliação. Os empregadores os examinam através de uma lente de custo, urgência e risco.

Quando um candidato mais velho lidera com paixão, Greiff explica que os empregadores frequentemente traduzem essa narrativa em rótulos negativos como 'desfocado', 'caro' ou 'sobrequalificado'. Consequentemente, aqueles que lideram com paixão raramente são rejeitados diretamente; em vez disso, eles ficam estagnados. Essa estagnação silenciosamente se transforma em desemprego de longo prazo.

Para combater isso, Greiff não aconselha abandonar a paixão inteiramente. Em vez disso, ela recomenda sequenciá-la de forma diferente. A paixão deve ser um subproduto do processo de contratação, não o discurso inicial. Ela compara a situação a executar em um 'sistema operacional desatualizado', onde líderes inteligentes e qualificados ficam presos porque falham em adaptar sua abordagem às realidades atuais do mercado.

Priorizando os '3 C's'

Para reprogramar os candidatos para melhores resultados, Loren Greiff introduz uma estrutura que ela chama de '3 C's': cultura (culture), compensação (compensation) e desafio (challenge). Ela aconselha buscadores de emprego a primeiro determinar como eles priorizam esses três elementos em sua próxima função. Essa autoexploração é crucial porque as consequências de um movimento errado são muito mais severas para trabalhadores mais velhos do que para seus colegas mais jovens.

Greiff explica que para trabalhadores mais jovens, um movimento errado é apenas um desvio. Eles podem rapidamente passar para outra função com penalidade mínima. No entanto, para trabalhadores com mais de 40 anos, os empregadores têm menos tolerância para experimentação, e há simplesmente menos 'pista' para se recuperar de um passo em falso. Portanto, ter clareza sobre os 3 C's serve como uma ferramenta de gerenciamento de risco em vez de apenas uma preferência.

Definindo os Não Negociáveis

Uma vez que um candidato identifica sua prioridade máxima entre os 3 C's, isso se torna seu não negociável na busca por emprego. Greiff pressiona os clientes a ir além de desejos vagos e apontar exatamente o que estão procurando:

  • Desafio: Os candidatos devem definir se precisam de estimulação intelectual, uma mudança para uma área mais inovadora, uma tecnologia diferente ou gerenciamento de um orçamento maior.
  • Cultura: Em vez de objetivos gerais, os buscadores devem identificar ambientes específicos, como organizações baseadas em missão ou locais de trabalho que capacitam os funcionários a cometer erros.
  • Compensação: Para aqueles que tiraram tempo para cuidar de filhos, cuidar de pais idosos ou fazer um sabático, a compensação pode ser a prioridade máxima. Isso dita uma estratégia onde alguém pode estar 'ok em viajar toda semana' ou 'trabalhar até tarde' para se recuperar.

Greiff enfatiza que não há resposta errada nesse processo de descoberta. O exercício ajuda a aliviar a pressão e descobre compensações, transformando um 'jogo de conchas de 'e se'' em um GPS confiável para a busca por emprego.

Resolvendo Problemas dos Empregadores 🎯

Depois de estabelecer prioridades usando a estrutura dos 3 C's, os candidatos devem mudar seu foco de suas próprias necessidades para as necessidades do empregador. Loren Greiff aconselha que a chave para fazer a busca por emprego avançar é equilibrar a paixão pessoal com a venda estratégica de valor. Em um clima de incerteza, os gerentes de contratação estão procurando mitigar riscos, não ouvir sobre a jornada pessoal de um candidato.

Contar a um gerente de contratação: 'O que realmente me move é o seguinte...' não é tão impactante quanto os candidatos acreditam. Greiff afirma que, para os empregadores, isso não é 'kumbaya'; é um negócio sério. Os gerentes de contratação querem saber quem resolverá seus problemas mais urgentes e caros. Se um candidato oferece algo que não é urgente para o tomador de decisão, sua busca ficará para trás.

Greiff pressiona todos os clientes com mais de 40 anos a responder uma questão prática: Que problema urgente e caro você tem a vantagem injusta para resolver? Ela os orienta a incorporar essa resposta em todas as redes de contato, entrevistas e materiais de busca por emprego. Quando um candidato pode articular essa solução específica, a compensação para de parecer um custo e começa a parecer ROI (Retorno sobre o Investimento).

Ao focar em problemas urgentes e caros, a paixão segue naturalmente. As empresas não estão procurando por 'caçadores de sonhos', mas por líderes que possam eliminar pontos de dor caros. Essa reestruturação transforma a percepção de ser 'muito experiente' em ser 'exatamente a vantagem que precisamos.'

Conclusão

O caminho para o emprego para trabalhadores com mais de 40 anos requer uma saída da narrativa de paixão pessoal. Loren Greiff demonstra que o sucesso reside em uma abordagem calculada que prioriza os 3 C's e foca na resolução de problemas específicos dos empregadores. Ao tratar sua experiência como uma solução para os pontos de dor de uma empresa em vez de uma jornada pessoal, buscadores de emprego mais velhos podem superar o estigma de custo e risco. Em última análise, aqueles que reestruturam sua busca para atender às necessidades do empregador são os que são contratados.

"Líderes inteligentes e qualificados ficam presos porque estão executando em um sistema operacional desatualizado."

— Loren Greiff, Coach Executiva de Carreira

"Trabalhadores mais velhos são avaliados através de uma lente de custo, urgência e risco."

— Loren Greiff, Coach Executiva de Carreira

"Quando a paixão lidera a narrativa, os empregadores frequentemente a traduzem em 'desfocado', 'caro' ou 'sobrequalificado.'"

— Loren Greiff, Coach Executiva de Carreira

Fonte original

Business Insider

Publicado originalmente

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