Fatos Principais
- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que Washington está "no comando" da Venezuela.
- Trump afirmou que a Venezuela forneceria até 50 milhões de barris de petróleo aos Estados Unidos.
- A presidente interina da Venezuela, Delcy Cabello, declarou que o governo venezuelano dirige o país, "ninguém mais".
Resumo Rápido
Em 7 de janeiro de 2026, a Venezuela emitiu uma resposta diplomática contundente às declarações feitas por Donald Trump. O presidente dos EUA afirmou que Washington estava "no comando" da Venezuela e que a nação forneceria até 50 milhões de barris de petróleo aos Estados Unidos. Esses comentários provocaram uma refutação imediata da presidente interina venezuelana Delcy Cabello.
Cabello rejeitou a premissa de supervisão dos EUA sobre a governança venezuelana. Ela afirmou que o governo venezuelano é a única entidade dirigindo o futuro da nação. A disputa centra-se no controle dos recursos naturais da Venezuela e na autoridade política de sua liderança.
Afirmações de Trump sobre Controle e Fornecimento de Petróleo
O presidente dos EUA Donald Trump chamou as manchetes em 7 de janeiro de 2026 com uma série de afirmações sobre o status geopolítico da Venezuela. Durante suas declarações, Trump afirmou que Washington estava efetivamente "no comando" da nação sul-americana. Além disso, ele projetou uma transferência significativa de recursos energéticos, sugerindo que a Venezuela estaria "dando" ou "entregando" entre 40 e 50 milhões de barris de petróleo aos Estados Unidos.
A retórica implica um nível de influência sobre Caracas que sugere uma mudança na alocação de recursos. A declaração de Trump posicionou os Estados Unidos como tendo alavancagem substancial sobre a indústria petrolífera da Venezuela, um componente crítico da economia venezuelana. Essas afirmações prepararam o terreno para um confronto diplomático sobre a soberania nacional e a autonomia econômica.
Refutação Firme da Venezuela
A presidente interina da Venezuela Delcy Cabello respondeu decisivamente aos comentários do presidente dos EUA. Falando à imprensa, Cabello descartou a noção de supervisão americana sobre seu país. Ela fez uma declaração definitiva sobre a questão da governança, declarando: "Le gouvernement du Venezuela dirige notre pays, personne d’autre" (O governo da Venezuela dirige nosso país, ninguém mais).
A resposta de Cabello foi caracterizada por uma forte defesa da soberania nacional. Ao afirmar que "ninguém mais" dirige o país, ela refutou diretamente a afirmação de Trump de que Washington estava "aux commandes" (no comando). Essa troca de palavras sublinha a profunda divisão política entre as duas nações, com a Venezuela rejeitando firmemente quaisquer reivindicações externas de autoridade sobre seus assuntos internos e recursos.
Implicações Diplomáticas
A troca de palavras entre Washington e Caracas destaca o estado frágil das relações entre os dois países. A menção específica de volumes de petróleo — até 50 milhões de barris — sugere que os recursos econômicos permanecem um ponto central de contenda. A recusa do governo venezuelano em reconhecer essas afirmações indica uma resistência contínua à pressão percebida dos EUA sobre seu setor energético.
Em 7 de janeiro de 2026, a situação permanece uma guerra de palavras. A liderança venezuelana mantém uma postura de não conformidade com a narrativa apresentada pela administração dos EUA. O foco permanece no princípio da autodeterminação, com Caracas afirmando seu direito de gerenciar seu próprio destino político e econômico sem interferência estrangeira.
Conclusão
As declarações recentes de Donald Trump e a resposta subsequente de Delcy Cabello servem como um lembrete nítido do impasse geopolítico contínuo na América do Sul. Enquanto o presidente dos EUA reivindicava autoridade sobre as ações e o fornecimento de petróleo da Venezuela, a presidente interina venezuelana permanece firme em sua afirmação de independência nacional.
Em última análise, a disputa centra-se na questão fundamental de quem governa a Venezuela. De acordo com a liderança venezuelana, a resposta é clara: o governo da Venezuela dirige o país, e ninguém mais.
"Le gouvernement du Venezuela dirige notre pays, personne d’autre"
— Delcy Cabello, Presidente Interina da Venezuela




