Fatos Principais
- Quatro presos morreram em 2025 após fumar 'papelitos' impregnados com toxinas desconhecidas.
- A morte mais recente ocorreu em 11 de setembro na prisão de Botafuegos em Algeciras.
- A vítima era um homem de 34 anos que fumou tiras envoltas em tabaco.
- A tendência também foi detectada na prisão de Puerto III.
- As autoridades prisionais afirmam que analisam todas as substâncias proibidas e tomam medidas apropriadas.
Resumo Rápido
Uma tendência letal envolvendo tiras de papel tóxicas resultou na morte de quatro presos no sistema prisional durante 2025. Essas substâncias, conhecidas como 'papelitos', são impregnadas com produtos químicos desconhecidos e foram encontradas nas prisões de Botafuegos e Puerto III.
A crise atingiu seu auge após um incidente fatal em 11 de setembro na prisão de Botafuegos, onde um detento de 34 anos morreu. Os sindicatos prisionais emitiram alertas urgentes sobre a dissepanhação desse contrabando e os graves riscos à saúde associados a ele. Apesar das autoridades afirmarem analisar as substâncias proibidas, a prevalência desses materiais perigosos continua a representar uma ameaça significativa à segurança dos detentos.
🚨 Incidente Fatal em Botafuegos
A tragédia se desenrolou durante a contagem matutina em 11 de setembro no Módulo 4 da prisão de Botafuegos em Algeciras. Pouco antes da contagem agendada, um detento alertou os funcionários da prisão que seu colega de cela não respondia.
Apesar da atenção médica imediata, o detento de 34 anos foi declarado morto em sua cama. Após o incidente, o detento sobrevivente relatou que os dois haviam fumado tiras do que se acreditava serem adesivos de fenvanila, envoltos em tabaco para enrolar, na noite anterior.
Essa morte faz parte de um padrão perturbador identificado pelos sindicatos prisionais. O sindicato Acaip atribuiu especificamente essa fatalidade, junto com outras três registradas mais cedo no ano, ao consumo desses perigosos 'papelitos'. As tiras são tipicamente impregnadas com substâncias tóxicas potentes e frequentemente desconhecidas que podem ser fatais quando fumadas.
⚠️ Disseminação para a Prisão de Puerto III
O perigo não se limita a uma única instalação. De acordo com alertas emitidos pelo sindicato CSIF, a tendência migrou para a prisão próxima de Puerto III. A disseminação desses itens de contrabando sugere um problema sistêmico que afeta múltiplas instituições na região.
Os sindicatos caracterizaram o uso desses materiais como uma 'peligrosa moda' (moda perigosa) que representa uma ameaça severa à população geral de detentos. A natureza específica das toxinas que impregnam o papel permanece em grande parte desconhecida, complicando as respostas médicas e as avaliações de toxicidade.
Principais preocupações levantadas pelos funcionários da prisão incluem:
- A dificuldade em detectar esses papéis impregnados durante as verificações padrão de contrabando.
- Os efeitos imprevisíveis e potencialmente letais das substâncias desconhecidas.
- A rápida disseminação da tendência entre instalações correcionais vizinhas.
🏛️ Resposta Institucional
Em resposta à crise crescente, as Instituciones Penitenciarias (Instituições Prisionais) emitiram uma declaração de protocolo padrão. O departamento afirma que todas as substâncias proibidas descobertas dentro das instalações são submetidas a uma análise rigorosa.
As autoridades mantêm que tomam 'las medidas correspondientes' (as medidas correspondentes) com base nos resultados dessas análises. No entanto, a ocorrência contínua de fatalidades sugere que as estratégias de contenção atuais podem estar lutando para acompanhar a introdução de novas substâncias sintéticas.
A situação sublinha os desafios contínuos enfrentados pelas instalações correcionais na gestão da saúde e segurança dos detentos em meio a um cenário de drogas de contrabando em constante evolução. À medida que os sindicatos continuam a documentar esses incidentes, a pressão está aumentando para estratégias de intervenção mais eficazes.



