Fatos Principais
- Covite relata 374 instâncias de apoio social à ETA na forma de marchas, pichações, atos festivos e 'aurreskus'.
- O grupo alerta que homenagens a Txiki e Otaegi legitimam a banda terrorista.
- Covite é presidida por Consuelo Ordóñez.
Resumo Rápido
A associação de vítimas Covite, liderada por Consuelo Ordóñez, reportou que o apoio social ao grupo terrorista ETA permanece ativo em toda a Espanha. O grupo documentou 374 atos públicos de apoio, variando de marchas a reuniões festivas.
Especificamente, a organização alertou que homenagens pagas a Txiki e Otaegi contribuem para a legitimação do grupo terrorista. Esses atos de apoio estariam ocorrendo abertamente nas ruas, incluindo manifestações culturais específicas como as danças 'aurreskus'.
Covite Relata Apoio Público Contínuo à ETA
O coletivo de vítimas Covite levantou um alarme sobre a persistência de sentimentos pró-ETA na esfera pública. Presidida por Consuelo Ordóñez, o grupo afirma que o legado da organização terrorista está sendo mantido ativamente através de várias manifestações públicas.
De acordo com o relatório, houve 374 instâncias documentadas do que o grupo denomina 'apoio social' para a ETA. Essas atividades não são ocultas, mas são conduzidas abertamente nas ruas.
As formas de apoio identificadas pela Covite são variadas e incluem:
- Marchas e procissões nas ruas
- Pichações e slogans pintados
- Eventos e celebrações festivas
- Apresentações de danças tradicionais bascas ('aurreskus')
Essa atividade generalizada sugere um esforço coordenado para manter a memória e a ideologia do grupo viva dentro da comunidade.
Homenagens a Txiki e Otaegi
Central ao alerta da Covite estão as homenagens específicas direcionadas a Txiki e Otaegi. Esses indivíduos são figuras significativas dentro da história do grupo, e honrá-los é visto pela associação de vítimas como uma tentativa direta de reabilitar sua imagem.
O grupo argumenta que, ao celebrar essas figuras, os perpetradores estão efetivamente legitimando as ações da banda terrorista. Esse processo de legitimação é visto como um passo perigoso no clima social atual.
Consuelo Ordóñez e a Covite mantêm que esses atos vão além da simples rememoração histórica. Eles os veem como declarações políticas ativas que endossam a violência do passado.
Implicações para a Sociedade Espanhola
Os achados apresentados pela Covite destacam uma realidade complexa sobre o aftermath do terrorismo na Espanha. Apesar da cessação oficial das atividades da ETA, os ecos sociais e culturais do conflito permanecem.
A presença de 374 atos documentados indica que a questão não é isolada, mas generalizada. O uso de elementos culturais tradicionais, como o aurreskus, para transmitir mensagens políticas complica a distinção entre expressão cultural e agitação política.
Para as famílias das vítimas, essas manifestações públicas representam uma fonte contínua de dor e uma barreira para a reconciliação total. O relatório serve como um chamado para abordar a persistência desses sentimentos na vida pública.
Conclusão
O relatório emitido pela Covite desenha um quadro preocupante da situação atual em relação ao legado da ETA na Espanha. Com 374 atos públicos documentados, o grupo insiste que a ameaça de legitimação ideológica está muito viva.
Ao focar nas homenagens a Txiki e Otaegi, a Covite visa destacar os mecanismos específicos através dos quais esse apoio é propagado. O alerta serve como um lembrete de que a luta contra o legado do terrorismo se estende além da ação militar ou policial para as esferas culturais e sociais.
Key Facts: 1. Covite reports 374 instances of social support for ETA in the form of marches, graffiti, festive acts, and 'aurreskus'. 2. The group warns that homenages to Txiki and Otaegi legitimize the terrorist band. 3. Covite is presided over by Consuelo Ordóñez. FAQ: Q1: What has Covite reported regarding ETA? A1: Covite has reported that social support for ETA remains active, documenting 374 public acts including marches, graffiti, and festive events. Q2: Who is leading the victims' group mentioned in the report? A2: The victims' collective Covite is presided over by Consuelo Ordóñez. Q3: What specific events does Covite cite as legitimizing ETA? A3: The group specifically cites homenages paid to Txiki and Otaegi, as well as cultural acts like the 'aurreskus', as efforts to legitimize the terrorist band."legitimado a la banda terrorista"
— Covite




