Fatos Principais
- Até os anos 1970, a ciência econômica mantinha um consenso relativo centrado na abordagem keynesiana.
- A abordagem keynesiana baseava-se em representações neoclássicas de agentes racionais e mercados em funcionamento.
- O monetarismo em ascensão de Milton Friedman enfatizava o controle da oferta monetária.
- Dois economistas notaram que a economia continha armadilhas ocultas e um subconsciente escuro influenciando os processos.
Resumo Rápido
Antes dos anos 1970, a ciência econômica mantinha um consenso relativo centrado na abordagem keynesiana. Esta abordagem baseava-se em ideias neoclássicas sobre agentes racionais e mercados em funcionamento. O monetarismo em ascensão de Milton Friedman enfatizava o controle da oferta monetária. Neste paradigma, tudo parecia lógico: os agentes racionais tomavam decisões ótimas, os mercados alocavam recursos de forma eficiente e os preços refletiam as reais proporções de oferta e demanda.
No entanto, a economia funcionava de maneira bastante diferente. Ela continha armadilhas ocultas e um subconsciente escuro que influenciava quase todos os processos. Dois economistas notaram essa realidade e tentaram alertar os outros antes que a situação se escalonasse em uma crise. Seus avisos, however, foram em grande parte ignorados.
A Era do Consenso Econômico
Até os anos 1970, a ciência econômica mantinha um consenso relativo. A teoria central baseava-se na abordagem keynesiana. Esta abordagem baseava-se em representações neoclássicas de agentes racionais e mercados em funcionamento. Além disso, o monetarismo em ascensão de Milton Friedman enfatizava o controle da oferta monetária.
Neste paradigma predominante, os processos econômicos pareciam totalmente lógicos. A teoria sugeria que os agentes racionais tomavam decisões ótimas de forma consistente. Consequentemente, os mercados eram vistos como mecanismos eficientes para a alocação de recursos. Além disso, acreditava-se que os preços refletiam com precisão a proporção real de oferta e demanda.
A Realidade Oculta dos Mercados
Apesar do consenso estabelecido, a economia operava de uma maneira fundamentalmente diferente. Ela estava repleta de armadilhas ocultas e um subconsciente escuro. Essa corrente psicológica influenciava praticamente todos os processos econômicos.
Dois economistas identificaram essas questões subjacentes. Eles reconheceram que o comportamento humano nos mercados nem sempre era racional. Esses observadores tentaram alertar seus colegas sobre o potencial de crise antes que a situação se deteriorasse ainda mais.
Principais Figuras e Teorias
A narrativa dessa mudança econômica envolve duas figuras importantes. Milton Friedman representou a visão monetarista que dominou a época. Seu foco permaneceu estritamente no controle da oferta monetária.
O artigo também faz referência a Freud. Sugere que a economia continha um elemento subconsciente, 'quase por Freud', que operava de forma encoberta. Essa comparação destaca a profundidade psicológica que faltava nos modelos racionais da época.
Conclusão
A transição de uma visão puramente racional da economia para uma que reconhecia fatores psicológicos foi significativa. Enquanto o consenso antes dos anos 1970 focava na lógica e na tomada de decisões ótimas, a realidade provou ser mais complexa. Os avisos emitidos pelos dois economistas destacaram a existência de uma influência subconsciente no mercado. Em última análise, a falha em dar ouvidos a esses avisos sugere que os mercados globais eram de fato suscetíveis aos comportamentos irracionais que o consenso havia negligenciado.




