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Fatos Principais

  • O presidente Donald Trump revelou detalhes da operação militar dos EUA 'Absolute Resolve' na Venezuela.
  • A operação envolveu mais de 150 aeronaves para invadir uma fortaleza militar fortemente fortificada em Caracas.
  • Nenhum militar dos EUA foi morto e nenhum patrimônio foi perdido durante a operação.
  • Trump afirmou que os EUA administrarão a Venezuela até que uma eleição possa ser realizada.
  • Grandes empresas de petróleo dos EUA estão definidas para entrar no mercado venezuelano para reparar a infraestrutura.

Resumo Rápido

O presidente Donald Trump forneceu os primeiros detalhes oficiais sobre o ataque militar dos EUA à Venezuela. Durante uma conferência de imprensa realizada em Mar-a-Lago na Flórida no sábado, o presidente descreveu a operação que levou à captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. O casal foi indiciado por um tribunal federal dos EUA.

A operação, designada como 'Absolute Resolve', foi descrita como um esforço militar extraordinário envolvendo ativos aéreos, terrestres e marítimos. De acordo com o presidente, a missão teve como alvo com sucesso uma fortaleza militar fortemente fortificada no coração de Caracas. Após a captura, o presidente Trump delineou uma mudança significativa na política dos EUA em relação à Venezuela, afirmando que os Estados Unidos assumirão o controle administrativo do país. Além disso, foram anunciados planos para que grandes empresas de petróleo dos EUA entrem no mercado venezuelano para reparar a infraestrutura. O presidente enfatizou o sucesso da missão, observando que nenhum pessoal dos EUA foi perdido e que os EUA estão preparados para medidas adicionais, se necessário.

A Operação 'Absolute Resolve'

O presidente Trump caracterizou a ação militar como uma 'operação militar extraordinária' que ocorreu durante a noite e no início da manhã. A missão teve como alvo uma 'fortaleza militar fortemente fortificada no coração de Caracas.' Durante a conferência de imprensa, o presidente do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, forneceu detalhes sobre a escala do deslocamento. A missão de captura envolveu o uso de ativos e armas nos domínios aéreo, terrestre e marítimo, com apoio adicional de inteligência, espaço e ativos cibernéticos.

O general Caine detalhou que a operação utilizou mais de 150 aeronaves. A frota incluiu:

  • Caças
  • Bombardeiros
  • Aeronaves de guerra eletrônica
  • Aeronaves de inteligência e vigilância
  • Helicópteros e drones

Alguns ativos foram encarregados de desativar as defesas venezuelanas e fornecer cobertura, enquanto outros foram dedicados à infiltração e extração. O presidente Trump acrescentou que os EUA empregaram 'certa expertise' para desligar as luzes em Caracas, contribuindo para a sobrecarga das forças venezuelanas pelas forças dos EUA.

Mortos e Equipamentos dos EUA

O presidente Trump relatou que não houve mortes entre as forças dos EUA envolvidas no ataque. Ele afirmou ainda que nenhum dos ativos usados durante a operação foi perdido. No entanto, o presidente observou que um helicóptero americano foi atingido 'muito fortemente' durante o ataque. O general Caine confirmou o ataque à aeronave, mas esclareceu que o helicóptero permaneceu voável.

Durante a coletiva, o presidente Trump descreveu a missão como 'um dos displays mais impressionantes, eficazes e poderosos de força militar e competência americanas na história americana.' Ele fez comparações com o ataque de drone dos EUA em janeiro de 2020 que assassinou o oficial militar iraniano Qasem Soleimani, bem como com outras operações militares.

Governança Futura e Interesses Petrolíferos

Uma parte significativa da conferência de imprensa focou na futura administração da Venezuela. O presidente Trump afirmou que os EUA 'vão administrar' a Venezuela até que uma transição 'segura, adequada e judiciosa' possa ser alcançada. Ele observou que, por lei, a vice-presidente de Maduro, Delcy Rodríguez, deveria assumir o poder, mas acrescentou que ela 'realmente não tem escolha' a não ser aceitar o envolvimento dos EUA.

O presidente indicou que o plano seria gerenciado por funcionários presentes na conferência, incluindo Stephen Miller, o secretário de Defesa Pete Hegseth, o secretário de Estado Marco Rubio e o general Caine. Além disso, o presidente Trump anunciou que as maiores empresas de petróleo dos EUA estarão indo para a Venezuela. Ele afirmou que elas gastariam 'bilhões de dólares' para consertar a infraestrutura petrolífera 'gravemente quebrada' e começar a gerar dinheiro para o país. A Venezuela abriga as maiores reservas provadas de petróleo bruto do mundo.

Potencial para Ações Futuras

O presidente Trump emitiu um aviso sobre o potencial de engajamento militar contínuo. Ele afirmou que os EUA estão prontos para realizar um segundo ataque, descrevendo-o como 'uma onda muito maior,' na Venezuela, se necessário. Apesar dessa prontidão, o presidente expressou confiança no ataque inicial, observando, 'Nós realmente assumimos que uma segunda onda seria necessária, mas agora provavelmente não é.' Ele citou o sucesso do primeiro ataque como motivo para essa avaliação.

"uma operação militar extraordinária"

— Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos

"uma fortaleza militar fortemente fortificada no coração de Caracas"

— Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos

"certa expertise"

— Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos

"Este foi um dos displays mais impressionantes, eficazes e poderosos de força militar e competência americanas na história americana"

— Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos

"os EUA vão administrar a Venezuela"

— Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos

"realmente não tem escolha"

— Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos

"gastar bilhões de dólares, consertar a infraestrutura gravemente quebrada, a infraestrutura petrolífera, e começar a gerar dinheiro para o país"

— Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos

"uma onda muito maior"

— Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos

"Nós realmente assumimos que uma segunda onda seria necessária, mas agora provavelmente não é"

— Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos