Principais Fatos
- Sprinkles Cupcakes está fechando, anunciou a cofundadora Candace Nelson.
- Nelson vendeu a empresa para a firma de private equity KarpReilly em 2012.
- A marca foi pioneira no 'caixa eletrônico de cupcakes' e operava 21 lojas e 25 dispensers.
- A empresa empregava mais de 1.000 pessoas.
- KarpReilly removeu a Sprinkles de sua lista de participações online no quarto trimestre.
Resumo Rápido
Sprinkles Cupcakes está fechando, de acordo com a cofundadora Candace Nelson. Nelson anunciou o fechamento na quarta-feira, afirmando que as localizações da empresa estavam fechando naquele dia.
Ela expressou surpresa com o desenvolvimento, observando que esperava que a marca continuasse crescendo e servisse como seu legado. Nelson iniciou a marca americana de cupcakes em 2005 com seu marido e a vendeu para a firma de private equity KarpReilly em 2012.
Na época da venda, a Sprinkles operava 21 lojas em sete estados e havia sido pioneira no caixa eletrônico de cupcakes em 2012, o qual incluía 25 dispensers em aeroportos e shoppings. A empresa empregava mais de 1.000 pessoas.
Nelson não tem mais propriedade ou envolvimento operacional com a Sprinkles e, desde então, cofundou a Pizzana e a CN2 Ventures. Não está claro se a KarpReilly vendeu o negócio ou está encerrando as atividades, pois a empresa removeu a Sprinkles de sua lista de participações online no quarto trimestre.
Anúncio da Fundadora e Reação
Candace Nelson anunciou que a Sprinkles Cupcakes está fechando. Ela fez a declaração na quarta-feira sobre o futuro da padaria.
Nelson fundou a marca em 2005 com seu marido. O casal vendeu a empresa para a firma de private equity KarpReilly em 2012.
Após a venda, Nelson continuou sua carreira na indústria de alimentos. Ela seguiu para cofundar a empresa de pizzas Pizzana e a CN2 Ventures, um escritório familiar que investe em startups.
Em 2022, ela escreveu um livro para empreendedores. O livro detalha como transformar ideias de negócios em empresas lucrativas, baseando-se em sua experiência na construção da Sprinkles.
Nelson esclareceu sua relação atual com a marca. No LinkedIn, ela afirmou que tem "nenhuma propriedade ou envolvimento operacional" com a Sprinkles.
Operações e Inovações da Sprinkles
A Sprinkles Cupcakes foi pioneira na indústria de padarias. A marca introduziu o caixa eletrônico de cupcakes em 2012, permitindo que os clientes comprassem cupcakes através de uma máquina.
A empresa operava uma presença significativa antes do anúncio de fechamento. De acordo com seu site, a Sprinkles tinha 21 lojas em sete estados.
Além de suas localizações varejistas, a Sprinkles utilizava dispensação automatizada. A empresa mantinha 25 dispensers em aeroportos, shoppings e outros locais.
A marca empregava uma grande força de trabalho. O perfil de LinkedIn de Nelson indicou que a empresa tinha mais de 1.000 funcionários.
O site não indicava nenhum fechamento antes do anúncio de Nelson. As lojas estavam fechando no mesmo dia de sua declaração, segundo relatos.
Status de Propriedade e Contexto de Mercado
O status atual do negócio permanece incerto. Não está claro se a KarpReilly vendeu o negócio ou está encerrando as atividades.
Sinais apontam para uma remoção do portfólio da firma de private equity. A KarpReilly removeu a Sprinkles de sua lista de participações online durante o quarto trimestre, de acordo com uma versão arquivada de seu site.
A KarpReilly é uma empresa sediada em Connecticut com vários investimentos em alimentos e bebidas. Seu portfólio inclui Wilde Chips, a empresa de sorvetes Salt and Straw e a empresa de fast-food de frango Starbird.
A Sprinkles foi uma sobrevivente da tendência de cupcakes dos anos 2000. Foi uma das últimas resistências do boom de cupcakes, junto com a Georgetown Cupcakes.
Outras marcas da época tentaram retornos. A Cumbs, que fechou em 2016 após uma expansão agressiva, foi comprada por seus cofundadores originais em 2022 e relançada como um negócio exclusivo para delivery.
"Não foi assim que eu pensei que a história iria. Eu pensei que a Sprinkles continuaria crescendo e estaria aqui para sempre. Eu pensei que seria meu legado."
— Candace Nelson, Cofundadora
"Apenas dizer isso em voz alta é completamente surreal."
— Candace Nelson, Cofundadora
"nenhuma propriedade ou envolvimento operacional"
— Candace Nelson, LinkedIn




