Fatos Principais
- África do Sul forçou uma sessão de emergência da ONU para condenar a derrubada do líder venezuelano Nicolás Maduro pelas forças militares dos EUA.
- A Somália está furiosa com a visita do ministro das Relações Exteriores de Israel a Somalilândia.
- Argélia venceu a República Democrática do Congo na Copa das Nações Africanas (AFCON) e avançou para as quartas de final.
Resumo Rápido
A África do Sul forçou uma sessão de emergência nas Nações Unidas para condenar as ações militares dos Estados Unidos na Venezuela. A sessão visa especificamente a derrubada do líder venezuelano Nicolás Maduro, marcando uma escalada significativa nas tensões diplomáticas entre a África do Sul e os Estados Unidos.
A movimentação diplomática ocorre em meio a uma instabilidade regional mais ampla. No Chifre da África, a Somália manifestou forte oposição a uma visita diplomática do ministro das Relações Exteriores de Israel a Somalilândia. Esta visita desencadeou uma resposta furiosa dos oficiais somalis, adicionando outra camada de complexidade às relações entre o Oriente Médio e a África.
Mudando o foco para os esportes, a Copa das Nações Africanas de 2026 viu movimentos significativos no chaveamento do torneio. A seleção nacional da Argélia, referida como as "raposas do deserto", conseguiu garantir uma posição nas quartas de final. Seu avanço foi às custas da República Democrática do Congo (RDC), cuja equipe, os "leopards", foram derrotados no jogo, encerrando sua trajetória na competição.
África do Sul contesta intervenção militar dos EUA na ONU
A África do Sul deu um passo decisivo na diplomacia internacional ao forçar uma sessão de emergência das Nações Unidas. O objetivo principal desta sessão é denunciar o envolvimento do exército dos Estados Unidos na remoção do líder venezuelano Nicolás Maduro. Esta ação sublinha o compromisso da África do Sul com os princípios da soberania nacional e da não interferência nos assuntos internos de outras nações.
A confrontação na ONU representa uma divergência notável na política externa entre a África do Sul e os EUA. Ao iniciar a sessão de emergência, a África do Sul visa reunir um consenso internacional contra o que vê como um uso ilegítimo da força. A situação na Venezuela continua a ser um ponto de ignição para a diplomacia global, com várias nações tomando partido quanto à legitimidade do governo de Maduro versus a oposição apoiada pelos EUA.
O material de origem indica que o exército dos EUA foi diretamente responsável pela "derrubada" da liderança venezuelana. Esta terminologia sugere uma operação de mudança de regime que atraiu a ira de várias nações, com a África do Sul liderando a condenação diplomática formal. O resultado desta sessão da ONU pode ter implicações duradouras para as relações EUA-África e para o cenário geopolítico mais amplo.
Somália reage a atividade diplomática de Israel
Tensões diplomáticas se acenderam no Chifre da África após uma visita do ministro das Relações Exteriores de Israel. O destino desta visita, a Somalilândia, é uma região que declarou independência da Somália em 1991, mas permanece não reconhecida pela comunidade internacional. A visita atraiu uma reprimenda severa e furiosa do governo somali.
A raiva da Somália decorre da violação percebida de sua integridade territorial. Ao enviar um diplomata de alto escalão para Somalilândia, Israel é visto como potencialmente emprestando legitimidade às reivindicações da região separatista. Esta movimentação complica o cenário diplomático em uma região já repleta de instabilidade e conflito.
Embora a fonte não forneça citações específicas de oficiais somalis, a caracterização da reação como "furiosa" indica uma fratura diplomática severa. Tais visitas de dignitários estrangeiros a territórios contestados geralmente resultam no recall de embaixadores ou na emissão de protestos formais, sugerindo que mais consequências diplomáticas podem seguir.
AFCON: Argélia avança para as quartas de final 🏆
Na Copa das Nações Africanas de 2026 (AFCON), a competição está se aquecendo enquanto as equipes disputam o título continental. A seleção nacional de futebol da Argélia, apelidada de "raposas do deserto", navegou com sucesso pelas fases de grupo e oitavas de final para chegar às quartas de final.
A Argélia garantiu sua vaga nas fases eliminatórias ao derrotar a República Democrática do Congo (RDC). A equipe da RDC, conhecida como os "leopards", não conseguiu superar o lado argelino, resultando em sua eliminação do torneio. O resultado da partida foi decisivo, com as "raposas do deserto" provando ser fortes demais para seus oponentes.
O avanço para as quartas de final estabelece a Argélia como um sério contendente pelo troféu da AFCON. O torneio continua a mostrar o alto nível de talento em todo o continente africano, com as equipes restantes reduzindo o campo na busca pelo título de campeã.

