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Kemi Badenoch Defende Incursão dos EUA na Venezuela
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Kemi Badenoch Defende Incursão dos EUA na Venezuela

6 de janeiro de 2026•6 min de leitura•1.108 words
Kemi Badenoch Defends US Venezuela Raid
Kemi Badenoch Defends US Venezuela Raid
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Fatos Principais

  • Kemi Badenoch defendeu a incursão dos EUA na Venezuela que levou à captura de Nicolás Maduro.
  • Badenoch afirmou que a incursão foi 'moralmente' correta, apesar da incerteza jurídica.
  • Badenoch argumentou que o direito internacional baseia-se em acordos entre países, não em autoridade absoluta.
  • Ela observou que a Venezuela havia sido 'invadida' anteriormente por Rússia, Irã e Hezbollah sem protestos semelhantes.

Resumo Rápido

A líder conservadora Kemi Badenoch defendeu a incursão dos EUA na Venezuela que levou à captura do presidente Nicolás Maduro, afirmando que a ação foi 'moralmente correta' apesar das questões sobre o direito internacional. Sua declaração diverge do sentimento predominante na política britânica, onde poucos estavam dispostos a apoiar a operação dos EUA.

Badenoch inicialmente adotou uma postura não comprometida, semelhante à de Keir Starmer, afirmando precisar de mais informações antes de formar uma opinião. No entanto, ela mudou para uma posição de apoio moral à ação dos EUA. Ela enfatizou seu histórico pessoal de crescimento sob uma ditadura militar na Nigéria, o que, segundo ela, lhe dá insight sobre a situação na Venezuela.

A líder conservadora também desafiou o conceito de uma ordem internacional baseada em regras, argumentando que o direito internacional é meramente um acordo entre nações que pode ser desrespeitado. Ela destacou a falta de resposta global a intervenções estrangeiras anteriores na Venezuela por Rússia, Irã e Hezbollah como evidência de hipocrisia na aplicação do direito internacional.

A Justificativa Moral de Badenoch

Kemi Badenoch afirmou que a incursão dos EUA na Venezuela foi 'moralmente' a coisa certa a fazer, apesar de reconhecer que a certeza jurídica em torno da operação ainda não está clara. Em uma mudança em relação aos seus comentários anteriores e mais cautelosos, a líder conservadora explicou que seu apoio está enraizado na natureza do governo venezuelano.

Badenoch descreveu o regime venezuelano como 'brutal' e observou que o Reino Unido não o reconhecia como governo legítimo. Ela expressou compreensão pela decisão americana de intervir, citando o potencial de celebração pública semelhante ao que ocorre quando regimes opressores caem.

Seu histórico pessoal desempenhou um papel significativo em sua avaliação. Badenoch compartilhou que cresceu sob uma ditadura militar na Nigéria, dando-lhe uma perspectiva única sobre a vida sob uma liderança semelhante à de Nicolás Maduro.

Ela afirmou: "Eu sei como é ter pessoas comemorando nas ruas. Portanto, não estou condenando os EUA."

Crítica ao Direito Internacional

Kemi Badenoch questionou a validade e a consistência da ordem internacional baseada em regras, argumentando que o mundo mudou significativamente. Ela afirmou que o direito internacional não é uma autoridade absoluta, mas sim um conjunto de acordos que as nações escolhem seguir ou ignorar.

Badenoch explicou sua visão sobre as limitações da governança global:

"Como todos sabemos, o direito internacional é o que os países concordam. Uma vez que as pessoas decidem que não concordam, não há direito internacional. Não há polícia mundial, não há governo mundial, não há tribunal mundial. Esses são acordos."

Ela criticou a indignação seletiva em relação à interferência estrangeira na Venezuela. Citando a líder oposicionista María Machado, Badenoch observou que a Venezuela já havia sido 'invadida' por outras potências sem desencadear a mesma defesa do direito internacional.

As entidades específicas que ela mencionou como tendo intervindo anteriormente na Venezuela incluem:

  • Rússia
  • Irã
  • Hezbollah

Badenoch perguntou: "Onde estavam as pessoas falando sobre direito internacional naquela época?", sugerindo um padrão duplo em como as intervenções globais são julgadas.

Contexto Histórico e Comércio

Kemi Badenoch forneceu contexto histórico sobre a ordem baseada em regras ao fazer referência ao seu tempo como secretária de comércio. Ela apontou para a retirada dos EUA da Organização Mundial do Comércio (OMC) como um precursor da atual mudança nas dinâmicas globais.

De acordo com Badenoch, os EUA se afastaram da OMC porque outras nações, especificamente a China, estavam quebrando as regras. Ela argumentou que se os participantes não cumprem as regulamentações, uma ordem baseada em regras não pode existir.

Ela criticou ainda mais a abordagem diplomática atual, sugerindo que as nações ocidentais estão operando sob paradigmas ultrapassados. Badenoch argumentou que a comunidade internacional está agindo como se ainda fosse 1995, dependendo do 'dividendo da paz' da Guerra Fria e da Segunda Guerra Mundial, enquanto a realidade geopolítica mudou fundamentalmente.

Cenário Político

A defesa da incursão dos EUA por Kemi Badenoch contrasta com as ações de outros políticos britânicos. Nos últimos três dias, observou-se que era difícil encontrar alguém na política britânica disposto a defender a incursão.

Na Câmara dos Comuns, a secretária de Relações Exteriores Yvette Cooper tentou um 'delicado equilíbrio'. Ela enfatizou o apoio do Reino Unido ao direito internacional, evitando críticas diretas à violação dos EUA desse direito. Deputados de todos os principais partidos haviam exigido uma resposta mais forte contra Donald Trump em relação à incursão.

A resposta inicial de Badenoch à incursão foi semelhante à de Keir Starmer — não comprometida e solicitando mais informações. Ela permaneceu 'em cima do muro' até sua declaração recente oferecendo apoio moral à ação dos EUA.

"onde a certeza jurídica ainda não está clara, moralmente eu realmente acho que foi a coisa certa a fazer."

— Kemi Badenoch, Líder Conservadora

"Eu cresci sob uma ditadura militar [na Nigéria], então sei como é ter alguém como Maduro no comando."

— Kemi Badenoch, Líder Conservadora

"o direito internacional é o que os países concordam. Uma vez que as pessoas decidem que não concordam, não há direito internacional."

— Kemi Badenoch, Líder Conservadora
Fatos Principais: 1. Kemi Badenoch defendeu a incursão dos EUA na Venezuela que levou à captura de Nicolás Maduro. 2. Badenoch afirmou que a incursão foi 'moralmente' correta, apesar da incerteza jurídica. 3. Ela citou sua experiência de crescimento sob uma ditadura militar na Nigéria como contexto. 4. Badenoch argumentou que o direito internacional baseia-se em acordos entre países, não em autoridade absoluta. 5. Ela observou que a Venezuela havia sido 'invadida' anteriormente por Rússia, Irã e Hezbollah sem protestos semelhantes. Perguntas Frequentes: P1: Por que Kemi Badenoch apoia a incursão dos EUA na Venezuela? R1: Kemi Badenoch apoia a incursão porque vê o regime venezuelano como brutal e acredita que a ação foi moralmente correta. Ela também citou sua experiência pessoal de crescimento sob uma ditadura na Nigéria. P2: Qual é a visão de Kemi Badenoch sobre o direito internacional? R2: Ela acredita que o direito internacional depende de um mútuo acordo entre as nações e carece de aplicação absoluta, afirmando que não há 'polícia mundial' ou 'governo mundial'.

Fonte original

The Guardian

Publicado originalmente

6 de janeiro de 2026 às 09:20

Este artigo foi processado por IA para melhorar a clareza, tradução e legibilidade. Sempre vinculamos e creditamos a fonte original.

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