📋

Fatos Principais

  • O ex-cativo do Hamas Segev Kalfon descreveu as condições terríveis e a tortura em Gaza.
  • Kalfon creditou sua fé judaica por ajudá-lo a sobreviver.
  • Ouvir a voz da mãe no rádio proporcionou um impulso psicológico significativo.
  • Kalfon afirmou que não se sente como um herói.

Resumo Rápido

O ex-cativo do Hamas Segev Kalfon forneceu um relato angustiante de seu tempo em Gaza, detalhando as condições terríveis e a tortura que experimentou. Em suas declarações, Kalfon destacou os desafios psicológicos e físicos que definiram seu cativeiro.

Apesar da severidade de seu ordeal, Kalfon creditou fatores específicos por sua sobrevivência. Ele cita sua fé judaica profundamente enraizada como uma fonte primária de força, ao lado de um momento crucial quando ouviu a voz da mãe no rádio. Essa conexão proporcionou uma linha vital emocional crucial. Kalfon rejeita explicitamente o rótulo de 'herói', enquadrando sua experiência, em vez disso, como uma jornada difícil em direção à recuperação.

O Ordeal em Gaza

Segev Kalfon descreveu o ambiente de seu cativeiro como excepcionalmente duro. As condições em Gaza eram caracterizadas por privação e incerteza, criando um estado constante de angústia para os detidos.

Além da falta básica de necessidades, Kalfon relatou experimentar tortura direta. Esse abuso era uma parte central do cativeiro, destinado a quebrar o espírito dos reféns. A combinação do sofrimento físico e o peso psicológico da situação criou um trauma complexo que os sobreviventes devem agora enfrentar.

Fontes de Sobrevivência

No meio do desespero, Kalfon encontrou resiliência através de duas vias distintas. A primeira foi sua devoção religiosa; sua fé judaica serviu como uma âncora interna, proporcionando um senso de identidade e esperança que transcendia sua confinamento físico.

A segunda fonte de força foi auditiva. Kalfon contou o momento em que ouviu a voz da mãe no rádio. Essa conexão específica com o mundo exterior e sua família ofereceu um impulso psicológico profundo, reforçando sua vontade de resistir até que ele pudesse ser reunido com seus entes queridos.

Um Longo Caminho para a Recuperação

Após sua libertação, Segev Kalfon deixou claro que suas lutas estão longe de terminar. Ele rejeita a noção de que é um 'herói', preferindo identificar-se como um sobrevivente enfrentando um longo caminho para a normalidade.

O processo de recuperação envolve confrontar o trauma da tortura e o isolamento do cativeiro. A narrativa de Kalfon enfatiza que o retorno à vida civil não é um ponto final, mas o início de uma jornada desafiadora para curar as cicatrizes físicas e emocionais deixadas por seu tempo em Gaza.