Fatos Principais
- Brigitte Macron se referiu aos ativistas do #NousToutes como 'sales connes'.
- Os ativistas interromperam um show em 6 de dezembro de Ary Abittan.
- Ary Abittan foi acusado de estupro, mas obteve um non-lieu (arquivamento do caso).
- Macron defendeu seus comentários afirmando que não é uma 'mulher medida'.
Resumo Rápido
Brigitte Macron respondeu às críticas sobre seus comentários depreciativos direcionados a ativistas feministas. As declarações foram feitas após a interrupção de um show de comédia com Ary Abittan, um comediante que enfrentou acusações prévias de agressão sexual.
Durante o incidente, que ocorreu em 6 de dezembro, membros do grupo feminista #NousToutes atrapalharam a apresentação. Em reação a este protesto, a Primeira Dama classificou os ativistas como 'sales connes'. Ao enfrentar a reação negativa por causa dessa linguagem, ela defendeu sua posição afirmando que não é uma 'mulher medida'. Este evento destaca as tensões contínuas entre figuras públicas estabelecidas e movimentos feministas de base na França.
O Incidente no Centro da Controvérsia
A controvérsia surge de um evento específico que ocorreu em 6 de dezembro, envolvendo uma apresentação do humorista Ary Abittan. Abittan é uma figura conhecida que foi alvo de sérias alegações legais no passado.
Durante o show, membros do coletivo feminista #NousToutes tomaram medidas para interromper a apresentação. Este grupo é reconhecido por sua defesa contra a violência sexual e a discriminação de gênero. Seu protesto foi direcionado a Abittan, que havia sido acusado de estupro, mas acabou se beneficiando de um non-lieu, ou arquivamento de acusações, pelo sistema judiciário.
A decisão dos ativistas de intervir foi uma resposta direta à presença de uma figura pública que havia estado envolvida em sérios processos legais, independentemente do veredito final. Essa ação preparou o terreno para a troca de palavras subsequente entre os protestantes e a Primeira Dama.
A Resposta de Brigitte Macron
Logo após a interrupção, Brigitte Macron reagiu fortemente às ações dos membros do #NousToutes. Ela caracterizou os ativistas usando a frase 'sales connes', um insulto vulgar em francês.
Após a circulação de seus comentários, Macron enfrentou um escrutínio público significativo. Críticos argumentaram que a linguagem era inadequada para uma figura pública e desrespeitosa com as mulheres que defendem seus direitos. No entanto, em vez de emitir um retratação, Macron reforçou sua escolha de palavras.
Ela ofereceu uma justificativa para seu surto, afirmando: «Je ne suis pas une femme mesurée» (Eu não sou uma mulher medida). Esta declaração sugere que ela não adere a um padrão de fala medida ou diplomática em tais situações, preferindo uma reação mais direta e visceral.
Contexto da Disputa
Para entender plenamente a gravidade da situação, é necessário olhar o histórico dos indivíduos envolvidos. A disputa centra-se na interseção de comédia, histórico legal e ativismo feminista.
Os elementos principais do conflito incluem:
- A interrupção do show de Ary Abittan em 6 de dezembro.
- O envolvimento do coletivo #NousToutes.
- O histórico legal de Abittan, especificamente o non-lieu quanto às acusações de estupro.
- Os comentários depreciativos subsequentes feitos por Brigitte Macron.
Esta sequência de eventos ilustra um choque cultural mais amplo. Por um lado, há ativistas exigindo responsabilização de indivíduos acusados de crimes sexuais, mesmo que não tenham sido condenados. Por outro lado, há figuras públicas que veem tais interrupções como ataques injustificados à expressão artística e à reputação pessoal.
Implicações e Reação
A defesa oferecida por Brigitte Macron — de que ela não é uma 'mulher medida' — adiciona uma camada de complexidade ao discurso público. Isso enquadrada a questão não apenas como um deslize de língua, mas como um reflexo de seu caráter pessoal e estilo de comunicação.
O uso de uma linguagem tão forte pela Primeira Dama chamou a atenção para o tom do discurso político e social na França. Isso levanta questões sobre como figuras públicas devem interagir com grupos ativistas, particularmente aqueles focados em questões sensíveis como violência sexual.
Embora o material de origem não detalhe as reações específicas da ONU ou de outros organismos internacionais, o uso do termo 'sales connes' é inerentemente inflamatório e provavelmente gerará um debate contínuo sobre respeito, decoro e a validade de protestos feministas na esfera pública.
"Je ne suis pas une femme mesurée"
— Brigitte Macron
Key Facts: 1. Brigitte Macron referred to #NousToutes activists as 'sales connes'. 2. The activists interrupted a December 6th show by Ary Abittan. 3. Ary Abittan was accused of rape but received a non-lieu (dismissal of charges). 4. Macron defended her comments by stating she is 'not a measured woman'. FAQ: Q1: Why did Brigitte Macron insult feminist activists? A1: She used derogatory language in response to activists from #NousToutes who interrupted a comedy show by Ary Abittan. Q2: Who is Ary Abittan? A2: He is a humorist who was accused of rape but benefited from a dismissal of charges (non-lieu). Q3: How did Brigitte Macron justify her remarks? A3: She stated that she is 'not a measured woman' to explain her use of strong language."sales connes"
— Brigitte Macron




