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CTO da Blackstone: Engenheiros iniciantes são mais talentosos, mas carecem de mentoria
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CTO da Blackstone: Engenheiros iniciantes são mais talentosos, mas carecem de mentoria

6 de janeiro de 2026•5 min de leitura•864 words
Blackstone CTO: Entry-Level Engineers More Talented But Lack Mentor...
Blackstone CTO: Entry-Level Engineers More Talented But Lack Mentor...
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Fatos Principais

  • O CTO da Blackstone, John Stecher, formou-se pela University of Wisconsin-Madison em 2001.
  • A matrícula em ciência da computação na University of Wisconsin-Madison aumentou de 260 em 2001 para cerca de 2.500 no outono de 2025.
  • De acordo com o National Center for Education Statistics, os diplomas em ciência da computação aumentaram 115% nas últimas duas décadas.
  • A Blackstone implementou um 'sistema de mentoria' para parear engenheiros iniciantes com colegas experientes.

Resumo Rápido

Blackstone - O diretor de tecnologia (CTO) John Stecher compartilhou sua perspectiva sobre o estado em evolução da engenharia de software de nível iniciante. Ele argumenta que, embora os graduados de hoje sejam significativamente mais talentosos do que gerações anteriores, eles enfrentam um obstáculo único: a falta de mentoria acessível.

Stecher, formado pela University of Wisconsin-Madison na turma de 2001, contrasta o ambiente atual com seu próprio início de carreira. Ele observa que o campo passou de uma profissão de nicho para uma carreira de massa, resultando em um aumento de talento, mas uma diminuição nas oportunidades para engenheiros juniores ganharem propriedade do código.

Um Cenário 'Totalmente Diferente'

Quando John Stecher se formou em ciência da computação em 2001, a indústria era muito diferente. Ele descreve a profissão como tendo a reputação de ser uma carreira "ultra-nerd", adequada apenas para "pessoas super-introvertidas". Aprender a programar exigia um estudo significativo por conta própria, muitas vezes envolvendo livros físicos.

Hoje, a acessibilidade da informação mudou como os engenheiros aprendem. Stecher observa que, em vez de "revirar livros", os engenheiros modernos simplesmente "dão um Google, ou perguntam ao Claude como fazer isso". Essa facilidade de acesso contribuiu para a popularidade do campo.

O crescimento nos cursos de ciência da computação é quantificável. Stecher aponta que na University of Wisconsin-Madison, a matrícula em ciência da computação cresceu de aproximadamente 260 alunos em 2001 para cerca de 2.500 no outono de 2025. Isso reflete tendências nacionais; dados do National Center for Education Statistics indicam um aumento de 115% nos diplomas de bacharel em ciência da computação e informação entre 2001 e 2022.

O Paradoxo do Talento 🚀

Apesar do mercado de trabalho saturado, Stecher afirma que a qualidade dos engenheiros iniciantes é maior do que nunca. Ele descreve os engenheiros de carreira inicial com quem trabalha como possuindo "conjuntos de habilidades insanas". Ele admite que fica "chocado todos os anos" com as capacidades das novas contratações.

Stecher comparou seu próprio nível de habilidade de 2001 com os graduados de hoje, afirmando: "Não há chance eu teria conseguido um emprego. Quando olho para as habilidades que algumas dessas pessoas têm hoje, é completamente diferente de quem eu era."

No entanto, esse alto nível de proficiência técnica existe ao lado de um mercado de trabalho encolhido. Como o curso agora é significativamente mais popular, a competição por posições de nível iniciante intensificou-se.

O Declínio do Aprendizado 🤖

Embora os requisitos técnicos principais permaneçam semelhantes, Stecher argumenta que o método para ganhar experiência mudou. Ele identifica a falta de programas de "mentoria e aprendizado" como uma questão crítica. No passado, as empresas atribuíam aos novos contratados tarefas como escrever testes funcionais, o que os forçava a entender e dominar componentes específicos de um sistema maior.

O surgimento de ferramentas de IA automatizou muitas dessas tarefas fundamentais. Stecher observa que "muitas das ferramentas de IA podem fazer isso por você", removendo os pontos de entrada tradicionais para desenvolvedores juniores interagirem com bases de código.

Essa automação cria uma lacuna no conhecimento prático. Sem a necessidade de testes manuais ou codificação básica, novos engenheiros perdem a oportunidade de construir uma compreensão profunda da arquitetura do sistema através de tentativa e erro.

A Solução do 'Sistema de Mentoria' 💡

Para combater a erosão da aprendizagem prática, a Blackstone implementou uma estratégia específica. Stecher revelou que a empresa usa um "sistema de mentoria" que pareia engenheiros iniciantes com colegas mais experientes.

O objetivo deste sistema é duplo. Primeiro, ele fornece a mentoria que está faltando no fluxo de trabalho automatizado. Segundo, ele ensina uma nova habilidade crucial: verificar a saída da IA. À medida que as ferramentas assumem mais trabalho de codificação, os engenheiros devem aprender a decompor problemas lógicos e questionar resultados quando as ferramentas fornecem respostas incorretas.

Stecher enfatiza que o sistema de mentoria ajuda os engenheiros juniores a aprender "quando a IA está acertando e quando não está". Ele conclui que essa capacidade de avaliar criticamente ferramentas automatizadas é um "conjunto de habilidades muito importante que as pessoas precisam adquirir e trabalhar."

"Definitivamente há uma mudança."

— John Stecher, CTO da Blackstone

"Fico chocado todos os anos. Não há chance eu teria conseguido um emprego. Quando olho para as habilidades que algumas dessas pessoas têm hoje, é completamente diferente de quem eu era."

— John Stecher, CTO da Blackstone

"Agora você apenas dá um Google, ou pergunta ao Claude como fazer isso."

— John Stecher, CTO da Blackstone

"Esse é um conjunto de habilidades muito importante que as pessoas precisam adquirir e trabalhar."

— John Stecher, CTO da Blackstone

Fonte original

Business Insider

Publicado originalmente

6 de janeiro de 2026 às 15:20

Este artigo foi processado por IA para melhorar a clareza, tradução e legibilidade. Sempre vinculamos e creditamos a fonte original.

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