M
MercyNews
Home
Back
UE restringe exportação de drones para o Irã
Politica

UE restringe exportação de drones para o Irã

Times of Israel3h ago
3 min de leitura
📋

Principais Fatos

  • A Comissão Europeia está liderando o esforço para restringir as exportações de drones para o Irã.
  • A decisão é uma resposta direta à "repressão contínua e brutal" de protestos antissistema.
  • Relatos indicam que drones foram utilizados pelas forças de segurança durante a repressão mortal ao dissenso.
  • A UE está preparando sanções adicionais que visam indivíduos responsáveis pela violência.
  • Esta ação destaca o uso do bloco de políticas comerciais para abordar preocupações com direitos humanos.
  • As medidas visam impedir que a tecnologia europeia seja usada para facilitar a repressão.

Resumo Rápido

A Comissão Europeia anunciou planos para restringir a proibição de exportação de drones para o Irã. Esta medida estratégica é uma resposta direta à violência crescente contra manifestantes dentro do país.

Relatos indicam que drones desempenharam um papel significativo na supressão do dissenso. Consequentemente, a UE está tomando uma ação decisiva para limitar o acesso do Irã a essas tecnologias, enquanto prepara medidas punitivas adicionais.

Medidas em Escala

A Comissão Europeia está liderando um esforço para fortalecer os controles de exportação existentes. O foco principal é impedir a transferência de tecnologia de drones para entidades iranianas. Esta iniciativa busca fechar possíveis brechas que poderiam permitir o desvio de drones de uso civil para fins militares ou repressivos.

As regulamentações atuais estão sendo revisadas para garantir que sejam robustas o suficiente para lidar com a situação em evolução. A Comissão visa garantir que a tecnologia europeia não seja utilizada para facilitar a violência contra civis.

As principais áreas de foco para as novas restrições incluem:

  • Monitoramento aprimorado de bens de dupla utilização
  • Requisitos de licenciamento mais rígidos para exportações
  • Melhor cooperação com os Estados-membros

"Repressão contínua e brutal"

— Comissão Europeia

Contexto da Repressão

A pressão por restrições mais rígidas tem origem na repressão mortal a protestos antissistema. A Comissão citou a repressão contínua e brutal como o catalisador para esta mudança de política. Esses protestos atraíram atenção internacional devido à severidade da resposta do Estado.

Relatos sugerem que as forças de segurança utilizaram vários meios para suprimir o dissenso. O uso de drones para vigilância e táticas de dispersão tem sido um ponto de preocupação particular para observadores de direitos humanos e observadores internacionais.

Repressão contínua e brutal

A União Europeia tem condenado consistentemente a violência. As medidas atuais representam um passo tangível para responsabilizar aqueles que são responsáveis por suas ações.

Estratégia de Sanções Mais Amplas

Restringir as exportações de drones é apenas um componente de um pacote de sanções maior. A Comissão Europeia está simultaneamente preparando outras medidas punitivas que visam indivíduos específicos. Essas sanções são projetadas para atingir aqueles diretamente implicados na organização da repressão.

A Comissão Europeia está trabalhando para garantir que essas medidas tenham um impacto tangível. Ao visar indivíduos, a UE espera aplicar pressão direta nas estruturas de liderança responsáveis pela repressão.

A estratégia envolve:

  • Congelamento de ativos para oficiais-chave
  • Proibições de viagem dentro da UE
  • Coordenação com parceiros internacionais

Implicações Internacionais

Este desenvolvimento marca uma mudança significativa na relação UE-Irã. Ela vai além das negociações do acordo nuclear para abordar diretamente preocupações com segurança interna e direitos humanos. A decisão sublinha a disposição do bloco de usar a política comercial como uma ferramenta de alavancagem diplomática.

Ainda resta ver como as autoridades iranianas responderão a essas novas restrições. A medida pode potencialmente complicar os diálogos diplomáticos em andamento sobre outras questões regionais.

A comunidade internacional está observando de perto. Outras nações podem considerar medidas semelhantes se a repressão continuar sem controle.

Olhando para o Futuro

A Comissão Europeia sinalizou sua intenção de agir decisivamente. O aperto da proibição de exportação de drones representa um passo concreto na política externa da UE. Reflete uma intolerância crescente com violações de direitos humanos dentro do Irã.

À medida que a situação evolui, a eficácia dessas medidas será monitorada de perto. O objetivo final permanece o cessar da violência e a restauração das liberdades civis para o povo iraniano.

Perguntas Frequentes

O que a UE está fazendo em relação ao Irã?

A Comissão Europeia está se movendo para restringir a proibição de exportação de drones para o Irã. Ela também está preparando sanções adicionais contra indivíduos responsáveis pela repressão de protestos antissistema.

Por que a UE está restringindo as exportações de drones?

A medida é uma resposta à "repressão mortal" de protestos dentro do Irã. Relatos indicam que drones foram usados para suprimir o dissenso, levando a UE a restringir o acesso a essa tecnologia.

Que outras medidas a UE está considerando?

Além dos controles de exportação, o bloco está preparando outras sanções. Essas medidas provavelmente visarão indivíduos específicos envolvidos na repressão, potencialmente incluindo congelamento de ativos e proibições de viagem.

Qual é o significado desta ação?

Isso representa uma mudança significativa nas relações UE-Irã, priorizando preocupações com direitos humanos. Demonstra a disposição da UE de usar ferramentas econômicas para exercer pressão diplomática sobre Teerã.

#Israel & the Region#Iran#Iranian drones#EU European Union#Ursula von der Leyen#Russian invasion of Ukraine

Continue scrolling for more

Politics

Fresh fighting in Syria: What you need to know

Syria's government is trying to forcefully absorb a Syrian Kurdish paramilitary group that once controlled much of the country's northeast. The fight ultimately comes down to a clash about Syria's future governance.

3h
3 min
0
Read Article
I've lived near Glacier National Park for 35 years. Here are 4 things visitors need to know before visiting in the winter.
Lifestyle

I've lived near Glacier National Park for 35 years. Here are 4 things visitors need to know before visiting in the winter.

Glacier National Park is beautiful in the offseason. Amy Grisak I've lived near Glacier National Park for 35 years and know it can get hectic in the summer months. However, I love snowshoeing, skiing, and taking in the park's beauty in the winter. When visiting during the offseason, it's important to come prepared for the cold weather. Montana's Glacier National Park typically sees over 2 million visitors between May and August each year. Although I love taking in the park's beauty in the warmer seasons, this spike in visitation can often lead to long lines to enter the park. However, after living near the park for 35 years, I've discovered the best time to visit is during the less-chaotic winter months. Although many of the park's services are technically closed from early October through late May, I love the peace and solitude the park offers during this time. Visiting Glacier National Park in the winter requires a bit more planning, but in my opinion, it's worth it. Here are my tips for visiting during the offseason. Even if the entrance isn't manned, you need to have a pass to enter the park. Checubus/Shutterstock During the winter months, a pass is still required to visit the park, even if no one is manning the entrance. Luckily, though, the rates are typically cheaper than they would be in the winter months. Entrance passes can be purchased online via the National Parks Service website. Not all the roads get plowed — but that's part of the fun. Amy Grisak Many of the park's roads are closed in the winter, making for great opportunities for snowshoeing and cross-country skiing. Since our boys were young, we've loved strapping on cross-country skis or snowshoes to travel along Going-to-the-Sun Road for a couple of miles until we reach the bridge that crosses McDonald Creek. In this section of the park, we pass through an area of dense, old-growth western hemlock and western red cedar that feels like the forests of the Pacific Northwest. Just keep in mind that if you decide to travel to higher elevations, you need to be prepared for changing winter conditions, and be familiar with avalanche safety. If you don't want to explore alone, you can snowshoe with a ranger on weekends. Amy Grisak If you want to explore the area with a knowledgeable guide, head to the Apgar Visitor Center for one of the ranger-led snowshoe outings held weekends from the end of December to the middle of March. If you don't have your own snowshoes, you can rent a pair for $2. This is a fantastic opportunity to learn about the park in the winter and look for signs of wildlife in the snow. Be prepared for cold temperatures and limited cell service. Amy Grisak One of my most important pieces of advice is to not take the winter lightly when visiting Glacier. There is little or no cell service throughout most of the park, and the weather can quickly switch from idyllic to a blizzard. Leave your cotton clothing at home, and instead opt for wool, alpaca, or synthetic fabrics that wick away sweat. Wear multiple layers, including a wind-breaking outer layer, a hat, and gloves. Also, remember to fill your gas tank or charge your electric vehicle before entering the park, as you will not have the opportunity to do so once you get inside. This story was originally published on November 23, 2024, and most recently updated on January 20, 2026. Read the original article on Business Insider

3h
3 min
0
Read Article
Lyon : accusé de diffamation par Jean-Michel Aulas, le média Rue89Lyon relaxé
Politics

Lyon : accusé de diffamation par Jean-Michel Aulas, le média Rue89Lyon relaxé

Dans une enquête intitulée «La famille Aulas s’envole en jet privé vers des paradis fiscaux», le média indépendant avait dénoncé les investissements en Floride du candidat à la mairie de Lyon et de son fils.

3h
3 min
0
Read Article
Investimento de R$ 14 milhões transforma rodovia-chave no Piauí
Politics

Investimento de R$ 14 milhões transforma rodovia-chave no Piauí

Investimento de R$ 14 milhões do Governo do Estado transforma a rodovia PI-115, um corredor vital de 54 km que conecta São Miguel do Tapuio e Assunção do Piauí, beneficiando mais de 25 mil pessoas.

3h
5 min
0
Read Article
Projetos no Congresso criam ‘OAB da Medicina’, mas tema está travado; 30% dos cursos foram mal avaliados
Politics

Projetos no Congresso criam ‘OAB da Medicina’, mas tema está travado; 30% dos cursos foram mal avaliados

Cerca de 30% dos cursos de Medicina vão ser punidos após avaliação ruim no Enamed Em meio à discussão sobre a qualidade dos cursos de medicina, projetos que tramitam no Congresso Nacional criam uma espécie de ‘OAB da Medicina’ para o exercício da profissão após a formatura. Propostas querem instituir o Exame Nacional de Proficiência em Medicina (Profimed) como requisito obrigatório para que novos médicos obtenham registro profissional nos conselhos regionais de Medicina. Na segunda-feira (19), o Ministério da Educação divulgou o resultado do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), prova anual para medir o desempenho dos estudantes e a qualidade do ensino. Cerca de 30% dos cursos de Medicina do país foram mal avaliados e tiveram notas 1 e 2, consideradas insatisfatórias pelo INEP, e vão ser punidos com restrição no Fies e suspensão da abertura de novas vagas. Atualmente, dois projetos sobre o tema estão mais avançados no Congresso, um na Câmara dos Deputados e outro no Senado Federal (veja mais sobre os projetos abaixo). A ideia segue o modelo de exames de ordem já aplicados em outras áreas, como o da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), exigido de bacharéis em Direito. Em nota, o Conselho Federal de Medicina (CFM) defendeu a proposta que está em tramitação no Senado Federal, que torna obrigatório um exame de proficiência para a concessão do registro aos novos médicos, e afirmou que o projeto “é o caminho necessário para garantir mais segurança para a população e para os serviços de saúde do Brasil”. “Garantir que apenas profissionais capacitados ingressam na prática médica é uma responsabilidade institucional e social que, atualmente, não pode ser assegurada”, diz a nota. “O Conselho Federal de Medicina reafirma sua posição em defesa da segurança da população brasileira e sustenta que o Exame Nacional de Proficiência em Medicina é absolutamente necessário para a proteção da saúde da sociedade brasileira e o bom exercício da prática médica”. Consultório de UTI arquivo Unileão Outro caso que chamou a atenção para o assunto foi o de uma mulher atropelada na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Bauru (SP), que chegou a ser declarada morta por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e deixada sobre a pista, mas foi reanimada minutos depois por um médico socorrista da concessionária que administra a via. O caso aconteceu no domingo (18). Na segunda-feira (19), a médica que atendeu a ocorrência foi afastada pelo Samu. Em entrevista à TV TEM, a gerente do Samu Regional de Bauru confirmou a abertura de uma sindicância interna para apurar falhas no atendimento. Projeto em tramitação no Senado O projeto que tramita no Senado Federal prevê que o exame de proficiência será realizado a todos os egressos do curso de medicina, como pré-requisito para o exercício da profissão no país. O texto também cria instrumentos para acompanhar a formação médica: estudantes do 4º ano do curso deverão fazer o Enamed, para medir a qualidade dos cursos; plano de expansão da residência, com meta de alcançar, até 2035, ao menos 0,75 vaga de residência por médico formado; competência exclusiva da União para autorizar e supervisionar cursos de medicina. De autoria do senador Marcos Pontes (PL-SP), a proposta foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) em dezembro do ano passado, mas ainda precisa passar por mais um turno de votação no colegiado para a aprovação definitiva. Caso seja aprovado, o projeto seguirá para a análise dos deputados. Para começar a valer, ainda será necessário que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancione a proposta. Ao defender a proposta, o relator, senador Dr. Hiran (PP-RR) afirmou que o projeto busca garantir um padrão mínimo de conhecimentos para o exercício da profissão. "Nós consideramos, no movimento médico do país, esse como o projeto de lei mais importante deste século, principalmente para proteger o povo brasileiro, porque nós vivemos uma crise muito perigosa de fragilidade na formação do médico brasileiro, em consequência de uma proliferação desenfreada, irresponsável, mercantilista", disse o senador. O ProfiMed deverá avaliar competências profissionais e éticas, conhecimentos teóricos e habilidades clínicas, com base nos padrões mínimos exigidos para o exercício da profissão. Atualmente, um médico recém-formado pode solicitar o CRM após a colação de grau e pode atuar profissionalmente a partir da emissão do documento. Se aprovado, o exame vai adicionar uma etapa que antecede a emissão do documento, já que o profissional só terá direito ao registro profissional após ser aprovado no exame. Para profissionais que se formaram em instituições internacionais e precisam revalidar o diploma para atuar no Brasil, também será possível obter a revalidação do documento por meio do ProfiMed. Projeto na Câmara dos Deputados O projeto que tramita na Câmara dos Deputados institui o exame como requisito para o registro de médicos nos Conselhos Regionais de Medicina e para o exercício da profissão médica. De autoria do deputado Doutor Luizinho (PP-RJ), a proposta teve urgência aprovada em julho de 2025 e com isso, vai ser analisado diretamente pelo plenário da Câmara dos Deputados, sem precisar passar pelas comissões temáticas. Para entrar em vigor, o projeto ainda precisa ser aprovado em plenário, depois passar pelo Senado e ser sancionado pelo presidente Lula. A proposta prevê que o exame seja aplicado de forma seriada aos estudantes de medicina. Os alunos dos 3°, 4°, 5° e 6° anos dos cursos de graduação deverão atingir a nota mínima de 60% da pontuação possível, em cada uma das provas, para aprovação. O projeto prevê ainda a realização de provas de repescagem para aqueles que não atingirem a nota mínima.

3h
3 min
0
Read Article
Politics

Jerome Powell could stay at the Fed even after being removed as chair. Here's what that means

The saga over President Donald Trump's efforts to reshape the Federal Reserve has another twist.

3h
3 min
0
Read Article
ICE Details a New Minnesota-Based Detention Network That Spans 5 States
Politics

ICE Details a New Minnesota-Based Detention Network That Spans 5 States

Internal ICE planning documents propose spending up to $50 million on a privately run network capable of shipping immigrants in custody hundreds of miles across the Upper Midwest.

3h
3 min
0
Read Article
Pernambuco Anuncia Calendário de Prova de Vida 2026 para Aposentados
Politics

Pernambuco Anuncia Calendário de Prova de Vida 2026 para Aposentados

O governo de Pernambuco divulgou o calendário de prova de vida 2026 para mais de 106.000 aposentados e pensionistas. Saiba como fazer a verificação digital ou presencial.

3h
5 min
6
Read Article
Colapso da Biodiversidade Ameaça a Segurança do Reino Unido
Environment

Colapso da Biodiversidade Ameaça a Segurança do Reino Unido

Chefes de inteligência do Reino Unido alertam que o colapso global de sistemas naturais vitais ameaça a segurança nacional, suprimentos alimentares e estabilidade global.

3h
5 min
6
Read Article
Preparação para Lei de Bioética Acompanha Pressão no Sistema de Saúde
Politics

Preparação para Lei de Bioética Acompanha Pressão no Sistema de Saúde

O presidente do Comitê Nacional de Ética Consultiva da França alerta que as discussões sobre a futura lei de bioética devem abordar um sistema de saúde esticado ao limite.

3h
4 min
6
Read Article
🎉

You're all caught up!

Check back later for more stories

Voltar ao inicio