Fatos Principais
- Cidade do México foi classificada como a cidade mais congestionada do mundo para 2025, de acordo com o mais recente estudo global de tráfego.
- Motoristas nas quatro cidades mais congestionadas perdem entre 140 e 160 horas por ano simplesmente navegando em engarrafamentos.
- O relatório anual de tráfego é compilado pela empresa de tecnologia de navegação TomTom, que há anos acompanha essas métricas.
- As autoridades de Moscou relataram uma redução de 50% no número de dias com engarrafamentos severos de 9 pontos durante 2025.
- Tanto Moscou quanto São Petersburgo estão ausentes do ranking de 2025, apesar de terem aparecido na edição de 2021 do relatório.
Gridlock Global Intensifica
A viagem diária tornou-se um desafio definidor para milhões de moradores urbanos em todo o mundo. Um novo estudo abrangente sobre padrões globais de tráfego revela uma realidade dura: motoristas nas cidades mais congestionadas do mundo estão perdendo quase uma semana inteira de trabalho por ano com o gridlock.
A líder em tecnologia de navegação TomTom lançou seu altamente aguardado ranking de congestionamento de vias urbanas de 2025. O relatório oferece uma visão crítica de como o congestionamento de tráfego continua a evoluir nos principais centros internacionais, pintando um quadro complexo dos desafios da mobilidade urbana.
Enquanto algumas cidades lutam com volumes de tráfego sem precedentes, outras estão vendo melhorias em suas redes de estradas. Os dados destacam um cenário global dinâmico onde infraestrutura, densidade populacional e decisões políticas estão remodelando a experiência de direção diária.
As Principais Cidades Congestionadas 🚗
O relatório de 2025 identifica quatro cidades-chave liderando a lista global de congestionamento. Cidade do México assume a posição de topo, seguida de perto por Dublin, Lima e Bangkok. Esses centros urbanos representam origens geográficas e econômicas diversas, mas compartilham uma luta comum com a saturação do tráfego.
Para motoristas nessas localidades, o impacto é medido em tempo perdido e produtividade. O estudo indica que os motoristas são forçados a passar entre 140 e 160 horas anualmente navegando em engarrafamentos. Essa figura impressionante representa mais de seis dias completos de vida esperando em cruzamentos e em fluxo parado.
A metodologia de classificação foca no tempo médio necessário para percorrer uma distância definida nessas cidades, oferecendo uma métrica tangível para comparar níveis de estresse urbano. A presença de cidades da América Latina, Europa e Ásia demonstra que o congestionamento de tráfego é um fenômeno generalizado que afeta vários tipos de infraestrutura.
- Cidade do México - Liderando o ranking de 2025
- Dublin - Maior congestionamento na Europa
- Lima - Desafios significativos de tráfego na América do Sul
- Bangkok - Congestionamento persistente no Sudeste Asiático
"Na capital, o nível de congestionamento está diminuindo: em 2025, o número de dias com engarrafamentos de 9 pontos diminuiu uma vez e meia."
— Autoridades da Cidade de Moscou
Um Cenário Global em Mudança
Talvez tão notáveis quanto as cidades que entraram na lista são aquelas que não entraram. O relatório de 2025 marca uma mudança significativa na hierarquia global de tráfego, particularmente para as duas maiores cidades da Rússia. Moscou e São Petersburgo, que foram incluídas anteriormente no ranking, estão ausentes dos resultados atuais.
A última vez que essas capitais russas apareceram no ranking da TomTom foi após a avaliação de 2021. Sua exclusão da lista de 2025 sugere uma possível mudança na dinâmica do tráfego ou na disponibilidade de dados na região.
No entanto, a situação em Moscou oferece uma narrativa mais matizada. De acordo com declarações de oficiais da cidade, a capital está trabalhando ativamente para melhorar o fluxo de tráfego. As autoridades relatam que o nível de congestionamento em Moscou está diminuindo. Especificamente, o número de dias caracterizados por engarrafamentos severos de 9 pontos foi reduzido pela metade em 2025 em comparação com períodos anteriores.
Na capital, o nível de congestionamento está diminuindo: em 2025, o número de dias com engarrafamentos de 9 pontos diminuiu uma vez e meia.
Essa melhoria relatada nas condições de tráfego de Moscou pode ajudar a explicar sua ausência no topo do ranking global, indicando que os esforços locais de mitigação podem estar dando resultados.
O Custo Humano do Tráfego
Além das estatísticas e rankings, há o profundo impacto nas vidas individuais. O estudo da TomTom quantifica o custo humano do congestionamento medindo o tempo que os motoristas estão efetivamente presos em seus veículos. A faixa de 140 a 160 horas por ano> se traduz em uma redução significativa no tempo livre, aumento do estresse e impacto ambiental de motores em marcha lenta.
Para residentes de cidades como Cidade do México e Dublin, isso significa que uma viagem que deveria levar 30 minutos pode facilmente se estender para uma hora ou mais durante os horários de pico. Essa incerteza diária força muitos a sair de casa horas antes do necessário, apenas para garantir a chegada pontual ao trabalho ou à escola.
As implicações econômicas são igualmente severas. Produtividade perdida, combustível desperdiçado e o impacto psicológico do gridlock diário criam um arrasto nas economias urbanas. À medida que as cidades continuam a crescer, a pressão sobre as redes de estradas existentes se intensifica, tornando as descobertas deste relatório anual uma ferramenta vital para planejadores urbanos e formuladores de políticas em todo o mundo.
Principais Conclusões
O relatório global de tráfego de 2025 sublinha o desafio persistente do congestionamento urbano, ao mesmo tempo em que destaca que uma gestão eficaz pode produzir resultados positivos. A dominância de cidades em múltiplos continentes mostra que este é um problema universal que exige soluções personalizadas.
As principais percepções dos dados incluem o desempenho específico das quatro principais cidades e a melhoria notável na situação do tráfego de Moscou. À medida que as populações urbanas continuam a expandir, as estratégias empregadas por essas cidades para gerenciar suas redes de estradas serão observadas de perto pela comunidade internacional.
Ultimamente, o relatório serve como um lembrete de que por trás de cada estatística há um motorista passando horas preciosas de seu dia esperando para avançar.
Perguntas Frequentes
Quais cidades têm o pior tráfego em 2025?
De acordo com o relatório mais recente, Cidade do México, Dublin, Lima e Bangkok são as quatro principais cidades com as estradas mais congestionadas globalmente. Essas cidades lideram o ranking com base no tempo médio necessário para atravessá-las.
Quanto tempo os motoristas perdem no tráfego?
O estudo descobriu que os motoristas nas cidades mais congestionadas passam entre 140 e 160 horas por ano presos no tráfego. Essa quantidade significativa de tempo destaca a severidade do congestionamento nessas áreas urbanas.
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