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Eufòria Retorna: Programa Flagship da TV3 Inicia Expansão Digital
Entretenimento

Eufòria Retorna: Programa Flagship da TV3 Inicia Expansão Digital

La Vanguardia18h ago
3 min de leitura
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Fatos Principais

  • Eufòria retorna à TV3 nesta sexta-feira com sua quarta temporada após um hiato de quase dois anos do ar.
  • A retomada apresenta o Espai Eufòria, um espaço digital dedicado dirigido por Dani Anglès na plataforma 3Cat.
  • O programa mantém seu tradicional horário de transmissão de sexta-feira à noite, enquanto expande significativamente sua oferta de conteúdo digital.
  • Cristian Trepat, responsável pelo conteúdo, programação e cultura na 3Cat, apresentou a nova temporada aos representantes da mídia nesta manhã.
  • A quarta temporada visa marcar um momento definitivo 'antes e depois' na evolução do programa e no desenvolvimento do formato.
  • A produção representa um salto qualitativo que estende o programa além das transmissões tradicionais de televisão para um ecossistema digital abrangente.

Um Retorno Aguardado

O popular programa de talentos musicais Eufòria finalmente volta ao ar nesta sexta-feira, encerrando um hiato de quase dois anos que deixou os fãs esperando. A quarta temporada chega com planos ambiciosos para redefinir o formato e o alcance do programa.

Após extensa preparação, o programa volta ao seu familiar horário de sexta-feira à noite na TV3, mas com uma visão significativamente expandida que vai muito além do estúdio tradicional de televisão.

A retomada representa mais do que apenas mais uma temporada; é posicionada como uma evolução estratégica projetada para criar um impacto duradouro na trajetória futura do formato.

A Transformação Digital

A mudança mais significativa para esta temporada é a introdução do Espai Eufòria, um espaço digital dedicado dentro da plataforma 3Cat. Esta nova iniciativa representa uma mudança fundamental na forma como o programa se engaja com seu público.

Dirigido por Dani Anglès, o Espai Eufòria foi projetado para aumentar substancialmente a pegada de conteúdo do programa em canais digitais. A plataforma hospedará material exclusivo que complementa e expande as transmissões lineares de televisão.

Esta expansão digital reflete uma tendência mais ampla da indústria, onde programas de televisão estão cada vez mais construindo ecossistemas abrangentes em torno de suas transmissões principais.

Os elementos-chave da estratégia digital incluem:

  • Conteúdo exclusivo disponível apenas na plataforma 3Cat
  • Maior engajamento do público através de canais digitais
  • Um universo mais amplo que se estende além dos episódios semanais de televisão
  • Integração estratégica com o horário de transmissão linear do programa

"Eufòria é um universo muito grande e esta quarta temporada precisava crescer necessariamente."

— Cristian Trepat, Responsável por Conteúdo, Programação e Cultura na 3Cat

Visão Estratégica & Liderança

A retomada foi cuidadosamente planejada para criar o que os executivos descrevem como um momento definitivo 'antes e depois' na evolução do programa. Esta posicionamento estratégico indica a confiança da equipe de produção no potencial do novo formato.

Cristian Trepat, que tem responsabilidade por conteúdo, programação e cultura na 3Cat, apresentou a nova temporada aos representantes da mídia nesta manhã. Sua apresentação enfatizou o escopo expandido e as metas ambiciosas do programa.

"Eufòria é um universo muito grande" e esta quarta temporada "precisava crescer necessariamente,"

explicou Trepat durante a apresentação. Sua declaração sublinha o compromisso da produção em expandir o alcance e o impacto do programa.

A decisão de manter o horário de transmissão linear enquanto simultaneamente lança uma grande iniciativa digital demonstra uma estratégia de duplo trilho. Esta abordagem permite que o programa preserve seu público tradicional enquanto busca ativamente novos espectadores digitais.

Produção & Evolução do Formato

A produção da quarta temporada representa um salto qualitativo para o formato do programa de talentos. Em vez de simplesmente continuar com a fórmula estabelecida, a equipe de produção reimaginou como o programa pode funcionar em múltiplas plataformas.

A abordagem digital-first com o Espai Eufòria sugere uma reavaliação fundamental da criação e distribuição de conteúdo. Este modelo posiciona a transmissão de televisão como um componente de uma experiência de entretenimento maior e integrada.

Ao criar conteúdo especificamente para a plataforma 3Cat, o programa pode explorar formatos de narrativa e interações com o público que não seriam possíveis em um ambiente de transmissão linear tradicional.

O momento estratégico desta evolução—após uma pausa de dois anos—permitiu que a equipe de produção avaliasse as tendências da indústria e desenvolvesse uma abordagem abrangente que aborda os hábitos de visualização contemporâneos.

Olhando para o Futuro

O retorno do Eufòria marca um momento significativo para a programação de televisão na região, representando uma das transformações digitais mais ambiciosas para um formato tradicional de programa de talentos.

O sucesso provavelmente será medido não apenas por métricas tradicionais de audiência, mas pela capacidade do programa de construir um ecossistema digital sustentável que engaje o público durante toda a semana, não apenas durante a transmissão de sexta-feira à noite.

A integração de conteúdo linear e digital cria novas oportunidades para engajamento do público, integração de patrocinadores e narrativa criativa que pode servir como modelo para outros programas considerando transformações semelhantes.

Enquanto a quarta temporada é lançada, a indústria observará de perto como esta ousada reimaginação de um formato popular se sai em um cenário de entretenimento cada vez mais competitivo.

Perguntas Frequentes

Quando Eufòria retorna à televisão?

Eufòria retorna nesta sexta-feira com sua quarta temporada após um hiato de quase dois anos. O programa mantém seu tradicional horário de transmissão de sexta-feira à noite na TV3.

Qual é a grande mudança para a nova temporada?

O desenvolvimento mais significativo é o lançamento do Espai Eufòria, um espaço digital dedicado na plataforma 3Cat. Esta iniciativa, dirigida por Dani Anglès, representa uma grande expansão do conteúdo do programa além das transmissões tradicionais de televisão.

Como a nova temporada difere das anteriores?

A quarta temporada representa um salto qualitativo na evolução do formato, com um foco claro na expansão do conteúdo digital. Enquanto mantém a transmissão linear na TV3, o programa agora cria um universo maior que se estende durante toda a semana via plataforma 3Cat.

Qual é a visão estratégica por trás da retomada?

A produção visa criar um momento definitivo 'antes e depois' na evolução do programa. De acordo com Cristian Trepat, o programa é 'um universo muito grande' que precisava crescer, indicando uma estratégia de longo prazo para engajamento multi-plataforma.

#Televisión

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Álbum em que Gal Costa cantou Dorival Caymmi, com arranjos de João Donato e Perinho Albuquerque, chega aos 50 anos com a relevância e frescor de 1976
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Álbum em que Gal Costa cantou Dorival Caymmi, com arranjos de João Donato e Perinho Albuquerque, chega aos 50 anos com a relevância e frescor de 1976

Capa do álbum 'Gal canta Caymmi' (1976), de Gal Costa Thereza Eugenia ♫ MEMÓRIA ♬ Álbum que completa 50 anos em 2026 sem perda da relevância e do viço, “Gal canta Caymmi” foi disco oportunista, mas nem por isso menos oportuno, belo e importante. É que, embora Gal Costa (26 de setembro de 1945 – 9 de novembro de 2022) viesse lançando grandes álbuns na primeira metade da década de 1970, como “Fa-Tal – Gal a todo vapor” (1971), “Índia” (1973) e o na época incompreendido “Cantar” (1974), o fato é que a artista tinha se transformado em cantora de nicho. Em bom português: Gal tinha prestígio, era cultuada pela crítica e por um público antenado, mas não desfrutava de sucesso na proporção da imensidão da voz cristalina que encantara até João Gilberto (1931 – 2019), muso inspirador da tímida Gracinha que viera de Salvador (BA) para o Rio de Janeiro (RJ) em 1965 em busca de oportunidades profissionais. Gal ampliaria o público a partir do álbum “Água viva” (1978), mas o primeiro ponto de virada rumo à popularidade nacional oi o convite da TV Globo em 1975 para Gal gravar “Modinha para Gabriela” para a trilha sonora original da novela “Gabriela”. Composição inédita de Dorival Caymmi (30 de abril de 1914 – 16 de agosto de 2008), feita para a novela exibida de abril a outubro de 1975, “Modinha para Gabriela” era ouvida diariamente como o tema da abertura da primorosa adaptação para a TV do romance “Gabriela, cravo e canela” (1958), do escritor baiano Jorge Amado (1912 – 2001). Se dependesse do diretor Daniel Filho, Gal também teria interpretado a própria personagem-título Gabriela, mas a cantora não se via como atriz e ficou somente com a música nova de Caymmi. Atenta ao sucesso da novela e da música, a gravadora Philips lançou single com a gravação de ”Modinha para Gabriela” por Gal com bom resultado de vendas. Foi aí que Roberto Menescal, então no posto de diretor artístico da companhia fonográfica (a mais importante do Brasil na época pelo elenco estelar), exercitou o tino comercial e o senso de oportunidade, convidando Gal para gravar um álbum com músicas de Caymmi. Um songbook, gênero de disco então incomum no mercado fonográfico brasileiro. Gravado ainda em 1975, sob direção musical do produtor e guitarrista Perinho Albuquerque (1946 – 2025), falecido aos 79 anos em agosto do ano passado, o tributo da cantora baiana ao compositor conterrâneo foi lançado no primeiro semestre de 1976, com capa que expunha Gal em close clicado pela fotógrafa Thereza Eugenia, e emplacou de cara um hit noveleiro. No rastro do sucesso de Gal na abertura de “Gabriela”, a TV Globo escolheu a gravação do samba-canção “Só louco” (1955) para a abertura da novela “O casarão”, estreada em junho de 1976. Com arranjos divididos entre Perinho Albuquerque e o pianista João Donato (1934 – 2023), que orquestrou a faixa “Só louco”, o álbum “Gal canta Caymmi” foi formatado com os toques de instrumentistas do naipe de Antonio Adolfo, Dominguinhos (1941 – 2013), Luizão Maia (1949 – 2005), Novelli, Paulinho Braga e Roberto Menescal. Esses grandes músicos armaram a cama perfeita para Gal Costa deitar e rolar no canto de dez músicas de Dorival Caymmi. São músicas que, embora já conhecidas em gravações lapidares do próprio compositor, ganharam a marca de Gal. O tempero da cantora no samba “Vatapá” (1942) salta aos ouvidos, por exemplo, no aceleramento do andamento no fim da gravação arranjada por João Donato. A potência do canto de Gal nos versos de “Pescaria (Canoeiro)” ”(1944) tem o vigor de um estivador na beira do cais e, no entanto, a intérprete não faz força. O canto sai naturalmente forte. Ao mesmo tempo, Gal soube imprimir toda a delicadeza exigida pelo samba-canção “Nem eu” (1952) em gravação feita com toque de bolero ao estilo leve do arranjador João Donato. Já os sambas “Rainha do mar” (1939), “Festa de rua” (1949) e “Dois de fevereiro” (1957) soam como prenúncios da Gal tropical que explodiria nas paradas dali a três anos, com show e disco de 1979. Ainda no terreiro do samba, ouvir Gal cantando “São Salvador” (1960) é testemunhar a artista celebrando a Bahia e a cidade na qual viera ao mundo há então 31 anos. Na praia das canções marítimas, gênero fundamental do cancioneiro de Caymmi, a gravação de “O vento” (1949) traz uma Gal puxando na voz a rede da ancestralidade afro-brasileira incrustada nessas pérolas negras lapidadas na forma de canções devotas de santos e orixás que regem o mar. Gal chama “O vento” com arranjo de Perinho Albuquerque enquanto “Peguei um ita no Norte” (1945) navega em mar sem tempestade, no balanço suave de João Donato. Enfim, Gal Costa cantou Dorival Caymmi com a sofisticação do compositor ourives, mas sem suntuosidade, em sintonia com o espírito de obra vocacionada para ser a trilha atemporal do povo da Bahia e, pelo alcance, também do Brasil. É por isso que o songbook do compositor na voz da imortal cantora chega aos 50 anos com a mesma relevância e frescor de 1976

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